As Veias Ainda Abertas da América Latina – Versão “Escola sem Partido” (2019)

 

Paulo Aureliano da Mata, As Veias Ainda Abertas da América Latina – Versão “Escola sem Partido” (Políptico)2019. Técnica mista, 45 x 340 cm ao todo

 

Mercedes Sosa diz: “A vida do povo latino-americano é a de um povo sofrido. É um povo da grande pobreza. E não merecemos isso. Já nos roubaram tantas coisas. Não merecemos agora e nem futuramente. Não mereceu também o Uruguai, nem o Brasil, nem o Chile e o Paraguai.”

A obra As Veias ainda Abertas da América Latina – Versão “Escola sem Partido” (2019) é uma releitura da obra As Veias ainda Abertas da América Latina (2014) de minha autoria.

A versão inicial corresponde à palma da minha mão esquerda tatuada com uma mancha vermelha, aludindo a escultura de Oscar Niemeyer bem conhecida da Fundação Memorial da América Latina de São Paulo. Nessa obra, o enquadramento da escrita na pele menciona como artefato histórico as lutas de classes que houveram na América Latina durante o período das ditaduras militares.

Já a versão “Escola sem Partido” da obra apresenta o objetivo do Escola sem Partido de rescrever a história da ditadura com a meta de imposição da versão dos militares sobre o golpe militar nas Américas Latina e Sul.

 

HISTÓRICO

[2019] Exposição Tão Só o Fim do Mundo. Texto de Camila Alexandrini. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.

 

Paulo Aureliano da Mata, As Veias Ainda Abertas da América Latina – Versão “Escola sem Partido” (Políptico)2019. Técnica mista, 45 x 340 cm ao todo