Em Umas Bandas, Em Outras Bandas e Afins (2019-22)

 

Vídeo em breve

Hilda de Paulo, Em Umas Bandas, 2022. Vídeo, (tempo). Edição: 5 + 2 P.A.

 

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Hilda de Paulo, Em Umas Bandas (Dia e Noite), 2020-21. Acrílica sobre tela, 100 x 100 cm cada

 

Hilda de Paulo, Em Umas Bandas #13, #14, #15, #16, #17, #18, 2019. Acrílica sobre tela, 5 x 7 cm cada

 

Foto em breve.

Hilda de Paulo, Em Umas Bandas #1, #2, #3, #4, #5, #6, #7, #8, #9, #10, #11, #12, 2019. Acrílica sobre tela, 5 x 7 cm cada

 

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Hilda de Paulo, Em Umas Bandas (Dia e Noite), 2019. Acrílica sobre tela, 10 x 10 cm cada

 

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Hilda de Paulo, J.A.D., 2019. Acrílica sobre tela, 20 x 20 cm cada

 

Hilda de Paulo, as lágrimas da dor serão secadas pelo sol em pouco tempo., 2019. Intervenção em parede, aprox. 45 x 100 cm

 

HISTÓRICO

[2021] Exposição Princesinha do Cerrado. Curadoria de Suzana Queiroga. Texto de Gabriela de Laurentiis. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.

[2020] Mostra EAV 2020. Mostra On-line Final de Alunos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

[2019] Senado Tomado #8. Despina, Rio de Janeiro-RJ, Brasil.

 

J.A.D. (2019), de Hilda de Paulo, em sua exposição individual Princesinha do Cerrado. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal. Fotografia de José Caldeira

 

CARRILHO, Ulisses (cur.). Senado Tomado #8: folheto. Rio de Janeiro: [s.n.], Despina, 2019.

Nem a cor amarela presente na série de pinturas em pequeno formato apresentadas por Hilda de Paulo, nem o dourado que dá cor a outros trabalhos e detalhes na mesma série apaziguam a busca pelo sol vindouro citado pela artista na frase pintada sobre a parede do espaço de seu ateliê, como intervenção. Muito embora os trabalhos em tela tenham se constituído numa lógica processual, de livre investigação da cor – o que constrasta com a metodologia projetiva de vários trabalhos seus, pensados como capítulos de um longo romance – arriscaria de antemão relacionar estas pinturas com o auxílio de uma palavra inscrita em uma delas: caos. De caráter informe, como poderiam também sugerir as bordas vacilantes da tipografia empregada pela artista, este vazio primordial, tanto indefinido quanto ilimitado, propiciou o nascimento de todos os seres e realidades do universo. Mesmo a ordem é precedida pelo caos e desta relação temporal mais complexa – note que a palavra “serão” resguarda um futuro que acontecerá em breve, uma promessa sem escalas, em pouco tempo – surge esta epígrafe, cujas tintas tornam-se provocadoramente políticas à luz do contexto político recente.